domingo, 13 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Estou aprendendo...
"Estou começando a gostar mais de mim. Aprendendo a aceitar meus defeitos, até aqueles mais escondidos, e a mudá-los com paciência. Estou aprendendo a não me exigir tanto, principalmente quando os outros não vão se importar com meu esforço. Estou aprendendo a fechar os olhos algumas vezes, pois há momentos que não vale a pena se importar. Estou aprendendo a ser mais saudável: praticar esportes, comer frutas e cereais; o meu corpo é a morada da minha mente , portanto, deve estar bem cuidado. Aos poucos, estou aprendendo a ser mais leve, maneirar meus sentimentos, apreciar mais a vida e tudo aquilo que já conquistei; vou entendendo que o caminho é feito agora, a chegada é apenas a consequência de minhas ações. Estou aprendendo que um dia bonito depende de mim, não de um clima ensolarado para sempre. Vivo fazendo cada vez mais o que gosto, sem me importar tanto com o trabalho não realizado: amanhã renderei o dobro se estiver bem descansado. Vivo cada vez mais perto da vida que sonhei, das minhas fantasias de infância. Vivo aprendendo que a vida é agora e que devo valorizar ao máximo aqueles que estão ao meu lado, mesmo que eles não sejam perfeitos; amar os defeitos é uma das vantagens da amizade. Já sofri e senti dor, já cresci e me superei; este é o momento de fazer valer, tirar vantagem da minha história. Este é o momento, e quero fazer dele o melhor possível!"
Foto: http://www.flickr.com/photos/maewe/
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
"Você é daqueles a quem se chama de feliz? Pois bem, você fica triste todos os dias. Cada dia tem sua grande amargura ou sua pequena preocupação. [...] Uma nuvem se dissipa, outra logo se forma. Apenas um dia em cem, de plena felicidade e pleno sol. E você faz parte desse pequeno número que é feliz!"
"Os Miseráveis", Victor Hugo
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
"Eu sei, mas não devia"
"Eu sei, mas não devia", texto de Marina Colasanti na voz de Antônio Abujamra.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Remexendo a bagunça
Clarice Lispector dizia que depois de escrever um livro ela ficava oca. Era um tempo só dela, em que preenchia a alma novamente.
Parece que estou neste tempo oco agora (ou sempre estive?), estou mudando rápido demais. Não há tempo para as palavras transbordarem.
Por um acaso (será?), remexendo em algumas pastas guardadas, encontrei algumas poesias que ainda não tinha publicado. Pois bem, elas vêm bem a calhar neste momento.
E assim todos ficam felizes! Vamos aos fatos:
"O que era antes
Nunca mais será
As escolhas que fizemos
Não permitem voltar
Mesmo que a tristeza me derrube
E faça chorar
Levo sempre comigo
As lembranças
Daqueles que erram
E aprendem a amar"
"O mesmo gosto dantes
O mesmo sal do chão
O mesmo caminho torto
E as palavras vãs.
Meus momentos íntimos
De dor e solidão
Entregam na minha face
As cicatrizes, as vitórias,
O melhor dos meus mundos e
O que não há para revelar."
"Até o maior amor do mundo
É suficiente humano
Para doer de vez em quando."
"Sou daqueles do tempo antigo
Pego a caneta e papel na mão
Sento sob a Lua, na rua ou ao lampião
Minha mão corre solta
Pulando de verso em verso
Tal criança e seu balão
Em dia de festa
Corre, brinca, tropeça
Em uma frase de
Esconde-esconde."
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